Grupo Terapêutico

No meu projeto Grupo Terapêutico vamos trabalhar em grupo, constituído por 6 a 10 pessoas, que possuam em si o desejo de ultrapassar situações da sua vida, seja na relação com os outros, seja na relação/aceitação próprias.

Um dos objetivos do grupo é trabalhar as resistências à mudança, proporcionando relacionamentos satisfatórios e o estabelecimentos de relações humanas gratificantes pelas trocas estabelecidas.

No grupo cada um fala de si e fala para os outros. Recebe contributos e dá contributos, numa troca que favorece o crescimentos pessoal e grupal.

As sessões são conduzidas por mim e com supervisão.

As sessões são semanais, às terças feiras, entre as 18h e as 20h, a decorrer entre 12 de abril e 12 de julho. 

É um modelo bastante interessante. Se sempre teve interesse em aprofundar temas sobre si e as dificuldades que tem em conviver com eles, esta é a oportunidade.

Espero o seu contacto pelo número 911 846 427, ou pelo email trilhosfamiliares@gmail.com

Alexandra Alvarez, a sua Terapeuta Familiar e de Casal.

A escolha de quem está ao nosso lado!

Parte de fazer um casamento dar certo envolve entender por que escolhemos o nosso parceiro em particular. Afinal, poderia ter havido muitos outros. A resposta padrão é que os escolhemos porque sentíamos que era o mais adequado para nos fazer felizes. A resposta psicoterapêutica poderá ser diferente: é que os escolhemos porque pareciam familiares. Todos nós procuramos recriar, nas nossas relações adultas, alguns dos sentimentos que conhecíamos bem na infância. Isso inclui cuidado e ternura, é claro. 

Todos nós procuramos recriar, nas nossas relações adultas, alguns dos sentimentos que conhecíamos bem na infância. Isso inclui cuidado e ternura. No entanto, muitas vezes, o amor que experimentamos foi misturado com algumas dinâmicas mais complicadas: às vezes um mau humor, uma ocupação constante, alguma melancolia ou inconstância. Sentimentos que vamos tendo e onde por vezes nos refugiamos. Mas temos que direcionar os nossos esforços para mudar a maneira como lidamos caracteristicamente com as dificuldades pelas quais somos atraídos.

Alexandra Alvarez

Tendencialmnete a maneira como tendemos a abordá-los é como as crianças que já fomos. Por exemplo: personalizamos demais as questões, não explicamos a nossa angústia, entramos em pânico, refugiamo-nos no silêncio e muitas vezes procuramos a atenção do nosso par de forma infantil, pela negativa.

Mas há uma oportunidade de passar de um padrão infantil para um padrão adulto de resposta aos lados mais desafiadores do nosso parceiro: através da compreensão do seu lado mais cinzento, falando sobre o que o seu comportamento transporta para nós, pensando em conjunto noutras formas de ele aprender a relacionar-se connosco, e isto resolveria o problema de termos casado (como todos nós) com uma pessoa fascinantemente complicada. 

Artigo inspirado em materias da School Of Life.

Alexandra Alvarez, a vossa Terapeuta Familiar. Contacto: 911846427.

O casamento dos outros é muito melhor?

A nossa percepção do nosso próprio casamento acaba por estar dependente da nossa imagem mental de como os casamentos em geral tendem a ser.  Somos naturalmente muito dados a comparações e sem dúvida que muito mais severos na análise que fazemos de nós próprios.  Nós conhecemos o nosso próprio casamento por dentro, na sua singularidade, enquanto que do casamento dos outros temos uma imagem fortemente editada, limitada e higienizada. 

Os outros casais contactam connosco principalmente em situações sociais, onde o grau de polidez é a norma, e o bom humor e boa disposição acontecem.  Já nós temos consciência das nossas próprias tristezas e dores: os silêncios frios, as críticas duras, as explosões furiosas, os episódios de batidas de portas, as denúncias amargas , as decepções sexuais e os momentos de solidão dolorosa no quarto. 

Compreende-se que é fácil chegarmos à conclusão de que nosso próprio casamento é singularmente amaldiçoado e muito mais sombrio e doloroso do que o normal. 

Em momentos de angústia chegamos a lançar uma acusação ao nosso cônjuge ”ninguém merece isto”.

Ajuda muito sermos mais precisos e concretos sobre como são os casamentos de outras pessoas, não por intromissão mas por partilha e aprendizagem.

O casamento é um projeto difícil e com diversas contrariedades, assim, é fundamental sentirmos que não estamos sós nessa tarefa  e que conversar com outros casais, sobretudo mais velhos, pode ser util para deslindar estes misterio que nos leva a acreditar que só o nosso casamento é dificil e que só nós somos incompativeis. Se pudéssemos ver adequadamente o que se passa nos outros casamentos constatavamos que a nossa realidade é a de praticamente qualquer casamento.

Assim temos uma conclusão surpreendente e bastante animadora: o nosso próprio casamento é realmente muito bom e muito normal  

artigo inspirado em materiais da School of Life.

Alexandra Alvarez, a vossa Terapeuta de Casal. Contacto: 911 846 427

O regresso! Bem vindos!

É altura de voltarmos a estar e de poder partilhar o mesmo espaço, é altura de podermos encontrarmo-nos de novo no gabinete.

É com muita alegria que partilho que a partir de agora podemos escolher estar juntos em vídeo consulta ou em presencial, ou até fazermos um misto entre o on line e o presencial.

Escolham a forma que mais preferem e façam o novo agendamento. Até já!

Alexandra Alvarez I A vossa Terapeuta Familiar I Contacto 911 846 427

Vamos para a Escola?

Dentro de dias as nossas crianças e jovens estão de regresso à sua rotina, bem como as famílias que se vão ajustar a novos ritmos e novos horários. O regresso vai ser bom porque também parece que em termos de pandemia estamos a conseguir retomar a nossa “liberdade” e a nossa vida.

Muitas ansiedades por aí?

Posso imaginar que sim, sobretudo para as famílias cujos filhos vão para a escola pela primeira vez, ou para a Creche, e também para aqueles que mudaram de estabelecimento, ou até de ano e até mesmo de turma. Quanta expetativa a gerir.

Com calma,

confiança

e amor tudo se faz.

Alguns vão chorar, acredito que em certos casos nem sejam só os filhos, outros vão estar super entusiasmados, uns acordam logo, outros nem por isso. E depois ainda a questão alimentar: se vão comer se não vão, os materiais, os horários de uns e de outros.

Pais façam deste regresso um tempo de memórias positivas, tirem a foto que regista o momento, façam o vídeo que marca a vossa rotina, ao fim do dia vão com calma buscar os vossos filhos, avisem no trabalho que têm que estar para a família, e que isso é muito importante para todos lá em casa.

Sim, sei que há reuniões e agendas complicadas, sei que sim, mas temos que ter também esse rigor com a agenda familiar. Vamos facilitar este novo ano, vamos harmonizar. Os anos passados, pela pandemia, têm sido extenuantes e atípicos, que agora saibamos valorizar o que importa.

Não é só na escola que se aprende, a vida também nos ensina muito. Criem objetivos e sejam fieis aos mesmos. E não se esqueçam: pelo menos um serão em família durante os dias de semana.

Um forte abraço neste regresso.

Alexandra Alvarez I A vossa Terapeuta Familiar I Contato: 911 846 427

A FALAR É QUE A GENTE SE ENTENDE

As nossa sessões de terapia familiar são um espaço de conversa que facilita a escuta e o entendimento. As minhas questões servem para pensarmos em novas possibilidades e significados para o que estão todos a sentir, pois as respostas que cada um dá desvendam novas situações, algumas nenhum de vocês fazia ideia serem possíveis.

Não há duvida que “é a conversar que a gente se entende”, e para isso é preciso ter tempo, é preciso que todos estejam disponíveis para dar um pouco do seu tempo para esta conversa. Uma conversa que é diferente, tem um terapeuta, no caso eu, que medeia a ”conversa” e onde vocês sentem que é possível serem ouvidos e ouvirem. Ouvir no sentido de escutar.

Este tempo que dedicam a conversar sobre vocês é uma lufada de ar fresco na relação, não sabendo no que vai resultar é sempre um espaço de reflexão que facilita a mudança.

Importa saber que a sessão não se esgota na hora de trabalho em que estão comigo, pois a terapia vai convosco, fica convosco, pois o que falamos na sessão “vai visitar-vos” várias vezes.

“A falar é que a gente se entende” e desenvolve a empatia pelo outro, tentando perceber as suas dores e entenda o que o outro pensa e sente.

As sessões são feitas na presença de todos, e cada um expressa o que sente e que mudança quer ver acontecer.

A terapia familiar não é para loucos ou perturbados é para qualquer família ou casal que quer melhorar o seu relacionamento e fortalecer os seus laços. É uma oportunidade de auto conhecimento e também de se falar abertamente e sem julgamento daquilo que se acha.

Se sente que estas sessões o podem ajudar eu estou aqui!

Alexandra Alvarez, a vossa Terapeuta Familiar.

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